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“Rui Costa é mestre em não cumprir promessas de pontes”, diz Targino Machado

Após a publicação do aviso de licitação da ponte Salvador-Itaparica pelo governo do Estado na semana passada, o deputado estadual Targino Machado (Democratas) criticou, nesta segunda-feira (23), o que chamou de “estratégia meramente midiática” do governador Rui Costa (PT). Segundo o parlamentar, que lidera a bancada de Oposição na Assembleia Legislativa da Bahia, as promessas dos governos petistas em torno da ponte datam ainda da gestão de Jaques Wagner e não passam de promessas para “engabelar” a população.

Targino lembrou que, em sua primeira gestão, Rui já não construiu duas pontes prometidas por ele durante a campanha de 2014. Uma delas foi sobre o Rio São Francisco, em Barra (BR-330), promessa que não saiu do papel. Outra estrutura não construída pelo governo no primeiro mandato foi a ponte sobre o rio Cachoeira, entre Ilhéus e Pontal, promessa que constava, assim como a de Barra, em seu programa de governo em 2014.

Sobre a ponte Ilhéus-Pontal, segundo o líder, o governo já não entregou no primeiro mandato de Rui, o que era uma promessa. Segundo Targino, o prazo de entrega foi postergado para agosto deste ano, o que também não ocorreu, e agora, a promessa é somente para o próximo ano.

“O governador tem o hábito de não cumprir suas promessas. Prometeu concluir estas duas pontes em seu primeiro mandato e até hoje nada. A promessa da ponte Salvador-Itaparica começou ainda em 2009 e até hoje tudo que fizeram foi lançar um aviso de licitação. Antes, a promessa era publicar a licitação em 2013, o que não ocorreu. Em 2014, Rui prometeu novamente começar a obra. Como vemos, Rui é mestre em não cumprir promessas de pontes”, criticou o deputado.

“Importante ressaltar que não somos contra o projeto da ponte Salvador-Itaparica. Defendemos todo e qualquer projeto que traga desenvolvimento para a Bahia. O que questionamos é o ‘oba-oba’ em torno de um projeto obscuro. Não se sabe das licenças, os impactos em Salvador e na Ilha de Itaparica, e até mesmo nas cidades do Recôncavo. A sociedade precisa conhecer o projeto”, completou Targino.